BLOG DO MAJOR FIGUEIREDO

um espaço para ler e refletir…

Pão com Manteiga


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Autor: Desconhecido

Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia  de suas bodas de prata. A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.

Ela pensou:

“Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida”.

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:

- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir !

 

Moral da História:

 

Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe…

Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você…

Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho.

Peça que ele se explique melhor.

 

Conclusão:

 

Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também entre pais e filhos, entre amigos e mesmo entre colegas de trabalho.

As relações humanas seriam melhores se entendêssemos isto e se usássemos a comunicação de maneira correta.

VAMOS AJUDAR SÃO PAULO A LOCALIZAR AS SUAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DESAPARECIDOS!

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Faça a sua parte. O Governo do Estado de São Paulo está fazendo a dele.

O Governo do Estado de São Paulo, com o apoio de diversos órgãos públicos e entidades civis está lançando o Programa São Paulo em Busca das Crianças e Adolescentes Desaparecidos, que prevê um conjunto de ações voltadas para a prevenção e localização de crianças e adolescentes desaparecidos no Estado de São Paulo.

Em caso de desaparecimento de crianças e adolescentes ligue o mais rapidamente possível para 190 – Polícia Militar.

Você pode ligar também para 193 (Bombeiros), 192 (Samu) ou 197 (Polícia Civil)

Para maiores informações acesse: http://www.policiacivil.sp.gov.br/programa/

Uma ação governamental da mais alta relevância

 

Sexta-feira, 25 de Maio de 2012

 

Governo do Estado lança campanha e anuncia tecnologia inédita para localizar crianças desaparecidas

 

“São Paulo em Busca das Crianças e dos Adolescentes Desaparecidos” cria dia estadual, divulga orientações e leva mensagem à Rede Estadual de Ensino

O governador Geraldo Alckmin apresentou nesta sexta-feira, 25, o programa“São Paulo em Busca das Crianças e dos Adolescentes Desaparecidos”. No evento, o governador lançou campanha de conscientização e assinou decreto que estabelece o Dia Estadual da Criança Desaparecida (25 de Maio) e cria a Comissão Permanente da Criança e Adolescente Desaparecidos, envolvendo as Secretarias de Estado da Segurança Pública, Justiça e Defesa da Cidadania, Direito das Pessoas com Deficiência, Desenvolvimento Social, Educação e Saúde.

“Hoje nós lançamos o programa São Paulo em Busca da Criança e Adolescente Desaparecidos. Infelizmente, a cada ano, perto de 40 mil crianças e adolescentes no Brasil desaparecem. Aqui em São Paulo, em torno de 9 mil. O trabalho que nós queremos fazer primeiro é preventivo, junto às famílias, no sentido de reduzir ao máximo esses desaparecimentos. Seguido do resgate, reencontrar essas crianças e adolescentes. Um esforço coletivo, unindo todos os níveis de governo e a sociedade civil organizada”, ressaltou Alckmin durante evento.

Na ocasião, a Polícia Civil apresentou o Programa de Progressão de Idade em 3D, que desenha os rostos em alta definição das crianças e adolescentes desaparecidos, a partir do Banco de Imagem do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Realizada pelo Setor de Arte Forense da Polícia Civil, a Progressão de Idade em 3D é inédita no Brasil, usando as técnicas de estudos de hereditariedade e comparação com parentes de 1º grau da vítima para projetar de forma fidedigna como uma criança desaparecida há anos está nos dias de hoje.

Campanha

Para marcar o início da campanha, a Secretaria da Educação (ensinos básico e médio) e o Centro Paula Souza (ensino técnico) promoveram Parada Momentânea em toda a Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo. Antes do início das aulas, educadores fizeram leitura coletiva do material de conscientização, prevenção e combate aos casos de crianças e adolescentes desaparecidos. As mensagens, desenvolvidas por especialistas em segurança e pedagogos, estão divididas nas faixas etárias de 6 a 10 anos e 11 a 14 anos.

A campanha também levará cartazes informativos a diversos equipamentos públicos, como estações de metrô e trem, unidades do Bom Prato, delegacias, escolas públicas, Etecs e Fatecs, entre outros. O objetivo é levar à população orientações de como agir nestas situações, bem como divulgar canais de denúncia e procedimentos que podem agilizar o início das buscas.

O Cadastro Único de crianças e adolescentes do DHPP poderá ser acessado de todos os sites de órgãos do Governo, a partir do banner da campanha com todas as ações do Governo do Estado na conscientização, prevenção e combate aos casos de crianças e adolescentes desaparecidos, com a atualização de suas fotos, mediante a solicitação das famílias.

Com a iniciativa, o Governo do Estado busca também esclarecer alguns pontos amplamente difundidos, mas que nem sempre correspondem à verdade. O melhor exemplo disso é a suposta necessidade de esperar 24 horas para se registrar Boletim de Ocorrência. Essa recomendação não existe e só atrapalha o trabalho da polícia. Ao contrário, o certo é denunciar, pessoalmente ou pelo 190, no momento em que se percebe o desaparecimento da criança e do adolescente. Quanto mais rápido é o aviso, maiores as chances de resgate.

A seguir, dicas que serão difundidas pela campanha “São Paulo em Busca das Crianças Desaparecidas”:

Dicas de prevenção para crianças:

-Crianças não devem aceitar presentes nem caronas de estranhos ou de pessoas que elas não conheçam bem;

-Rejeitar doces, dinheiro, presentes e convites de estranhos;

-Nunca falar ou responder a quaisquer perguntas que estranhos façam (mesmo se eles souberem seu nome);

-Recusar ser levado por uma pessoa que você não conheça muito bem, mesmo se tiver perdido o ônibus ou estiver atrasado para ir ou retornar da escola;

-Comunicar o que aconteceu a um de seus pais ou a outro adulto de confiança. Tentar lembrar a aparência da pessoa, o modelo, a cor e, se possível, o número da placa do carro;

-Saber seu próprio endereço e número de telefone, incluindo o código de área (prefixo);

-Saber, sempre, o endereço e o número de telefone do local onde um dos pais possa ser encontrado, se for possível.

Dicas de prevenção para adolescentes:

-Ter em mãos o endereço e telefone da sua casa;

-Ter em mãos o endereço e telefone de onde encontrar os pais ou responsáveis;

-Ligar imediatamente para o 190 da Polícia Militar em qualquer movimento de pessoas estranhas;

-Não manter contato via internet com qualquer pessoa estranha;

-Não oferecer informações sobre seu cotidiano, endereço e telefone via internet para estranhos;

-Não marcar encontros em locais isolados via internet, sempre em locais públicos.

Primeiras medidas ao constatar o desaparecimento (pais e responsáveis):

-Tão logo perceba o desaparecimento, ligar para o 190 da Polícia Militar, descrevendo a criança ou adolescente e o local de onde elas desapareceram;

- Na sequência, registrar um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia Civil mais próxima ou pela internet;

-Levar fotos atualizadas e o maior número de dados sobre a criança desaparecida.

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Secretaria da Segurança Pública

 

(11) 3291-6963 / 6685

www.saopaulo.sp.gov.br

Governo do Estado de São Paulo

A IMPORTÂNCIA DE ENGAJAR OS STAKEHOLDERS


(*) Humberto Gouvêa Figueiredo

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Tive a oportunidade de, no último dia 21 de maio, realizar nas dependências da Aberje, na Avenida Angélica, mais um curso de especialização, desta vez sobre “Engajamento de Stakeholders”.

Foram momentos de muita aprendizagem transmitidos pela Professora Priscila Navarette, em oito horas de aula.

Tentarei sintetizar os pontos que entendi mais importantes de tudo o que foi falado e farei isso com a intenção de transmitir, aos que me lerem, um pouco do que aprendi, afinal, como sempre repito, o “conhecimento é a única coisa que quanto mais se divide, mais ele aumenta.

A fonte bibliográfica de tudo o que escrevo aqui é a apostila fornecida no curso ministrado pela Professora Priscila,  em nome da Aberje. O que fiz foi reproduzir, na íntegra, o que achei de mais importante apresentado no curso.

Segundo Jeffrey Sachs “nosso modelo de desenvolvimento está falido. Hoje, medimos o sucesso de um país pelo crescimento de seu PIB. Este é um indicador fraco, que dá conta de uma parte muito pequena do bem-estar da população. O parâmetro exclusivamente financeiro mostra que a preocupação com a sustentabilidade ainda não está no primeiro plano. O mundo não está crescendo de maneira sustentável”.

Tivemos quatro ondas da sustentabilidade:

a. a primeira onda se deu entre as década de 60 e 70 e se caracterizou pelo surgimento das ONG´s e do “Green Movement”;

b. a segunta onda se deu entre o final dos anos 80 e início dos anos 90 e se caracterizou por uma abordagem da cidadania corporativa. As marcas se apresentavam sob o escrutínio das ONG´s e da Mídia;

c. a terceira onda teve o foco na Governança Corporativa Global para alcançar a “Globalização mais responsável”. Ocorreu nos anos 2000; e

d. a quarta onda apareceu a partir do ano de 2007 e se caracterizou por ser a onda da criatividade e inovação com vistas  a atingir soluções empreendedoras em escala para os desafios socioambientais globais.

Não há a menor dúvida de que o mundo mudou: “os avanços da ciência e da tecnologia da informação estão causando profundas mudanças na sociedade e nos indivíduos” (Ervin Laszlo).

As empresas e governos estão cada vez mais expostos (transparência), a sociedade globalizada afetará cada vez mais os mercados locais, impedindo o controle e a previsão sobre os negócios e a economia nacional e a tecnologia com foco cada vez mais em rapidez, customização, transparência e menor custo.

De outro lado, as pessoas também estão mais amadurecidas: os indivíduos produzem, processam, armazenam e distribuem conteúdos em suas redes de relacionamento e esta transformação impacta as relações pessoais, profissionais e de consumo.

Além disso, os indivíduos e a própria sociedade estão cada vez mais contectados e organizados com mais informação, fazem melhores escolhas, pressionam e cobram seus direitos.

Por fim, cresce a interação com as marcas, auxiliando na criação ou na perda de valor dessas. Hoje os stakeholders têm mais poder do que imaginamos.

No cenário atual, as empresas tem uma participação muito significativa no processo de mudanças que o mundo experimenta pois das 100 maiores entidades econômicas do mundo, 51 são empresas.

A Gestão responsável para a sustentabilidade  é a busca da integração dos aspectos social e ambiental ao econômico na gestão de negócios.

Portanto, criar um projeto de desenvolvimento integral significa aprender a gerenciar em redes, entendendo esta com a vinculação de um variado número de organizações e/ou indivíduos dentro de um todo, com jogo de interesses, e no qual não é possível alcançar os próprios objetivos sem o alcance dos objetivos dos outros (José Bernardo Toro, “A construção do público: cidadania e participação”).

Está nascendo um novo consumidor: a sociedade está evoluindo para produtos e serviços mais competentes, voltados para os clientes e para relacionamentos melhores e mais maduros.

O novo consumidor social:

a. usa novos canais on line e ferramentas para se comunicar:

b.  considera opiniões on line de amigos e estranhos;

c. tende a compra mais on line do que off line;

d. quer prover feedback sobre produtos e serviços;

e. espera experiência melhor on line do que off line;

f. lê e cria rankings, blogs, etc.; e,

g. busca apoio para conectar-se aos seus semelhantes.

Neste contexto, as redes sociais ganham um elevado grau de importância. Os principais insigths de uma pesquisa publicada pela SustainAbilit em maio de 2009 apontou que:

a. a fórmula para o sucesso nas redes sociais é a mesma: honestidade, transparência e trabalhar a confiança com os stakeholders;

b. o paradigma do engajamento foi invertido por meio de uma nova oportunidade para os stakeholders de iniciarem e dirigirem a conversa nas redes sociais; e

c. as redes sociais não mudarão o que as empresas fazem, mas podem tornar o processo mais eficiente.

As empresas, diante disto tudo, terão que ter a habilidade para ATRAIR, CRIAR E MANTER RELAÇÕES!

Devem estabelecer um processo sistemático de engajamento que promova o exercício da identidade da empresa na relação com os seus públicos de relacionamento visando o fortalecimento da sua estratégia de negócio/sustentabilidade e a conseqüente geração de valor compartilhado.

O processo de engajamento contempla, basicamente, quatro etapas bem definidas:

1º Mapear os impactos sociais, ambientais e econômicos das atividades da empresa nos diversos stakeholders e vice-versa (sobre o negócio);

2º Considerar e priorizar estas questões;

3º Refletir este entendimento em políticas e práticas; e

4º Desenvolver uma cultura de diálogo, aprendizado e inovação a partir do engajamento.

Tem-se dado importância estratégica para o Engajamento dos Stakeholders.

Um dos conceitos que se tem de Stakeholders é “qualquer indivíduo, grupo ou instituição que possa afetar ou ser afetado pelas decisões, práticas ou objetivos de uma organização (R. Edward Freeman – Stakeholder Theory – Strategic Management: A Stakeholder Approach).

Trata-se de um termo que ainda não possui tradução para a língua pátria.

Por engajamento entende-se o esforço da organização para entender e envolver os seus públicos de relacionamento e suas expectativas em suas atividades e seus processos de decisão (adaptado de The Stakeholder Engagement Manual, vol 2, Accountability, SRA, UNEP).

Também pode-se entender engajamento como um diálogo estratégico que tem como objetivo desenvolver um vínculo de confiança entre as empresas e seus stakeholders baseado em temas de interesse comum. Diz respeito a ouvir e a uma troca de informações de mão dupla.

Não é apenas a realização de eventos!

Houve, na história, três momentos em que se tratou do tema engajamento:

a. a primeira geração foi aquela motivada por pressão, para aliviar problemas e com benefícios localizados;

b. a segunda foi o engajamento sistemático para gerenciar riscos e gerar aprendizagem; e

c. a terceira geração é a do engajamento estratégico e integrado criando competitividade sustentável.

Três princípios norteiam o processo de engajamento dos stakeholders: a inclusão, a relevância e a capacidade de resposta.

O processo de engajamento é composto de cinco estágios:

1. pensar estrategicamente;

2. analisar e planejar;

3. fortalecer as capacidades;

4. desenhar o processo e engajar; e

5. agir, revisar e relatar.

O “pensar estrategicamente” tem por objetivo a identificação das prioridades estratégicas de engajamento na organização.

Deve ser feito seguindo a ordem abaixo:

1º Passo: estabelecer o compromisso com o Engajamento;

2º Passo: mapear os stakeholders;

3º Passo: identificar as questões críticas;

4º Passo: estabelecer objetivos estratégicos; e

5º Passo: priorizar as questões e os stakeholders.

Para pensar estrategicamente deve-se responder algumas questões elementares: Por que engajar? Sobre o que engajar? Quem engajar?

É importante também ressaltar que o engajamento deve ter uma alinhamento estratégico.

O engajamento é, ao mesmo tempo, um instrumento de GESTÃO DE RISCO e de IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES.

Modernamente a transparência vem aumentando o seu valor. Ela vai muito além da obrigação de revelar informações financeiras básicas. As pessoa e instituições que interagem com as empresas estão ganhando um acesso sem precedentes a todo tipo de informação sobre o comportamento, as operações e o desempenho corporativos.

Armadas de novas ferramentas para descobrir dados sobre assuntos que afetam seus interesses stakeholders agora esquadrilham as empresas como nunca antes, passam a informação a outros e organizam respostas coletivas”.

Para obter sucesso, não bastará simplesmente intensificar as estratégias de gestão já existentes. Os líderes têm de pensar de maneira diferente sobre como concorrer e ser lucrativo, e adotar uma nova arte e ciência da colaboração, que se chama de wikinomia.

Toda organização deve demonstrar como influencia e é influenciada pelas expectativas de seus stakeholders para o desenvolvimento sustentável.

Engajar as partes interessadas significa consultá-las sobre as questões fundamentais de sustentabilidade enfrentadas pela companhia. O engajamento pode acontecer de diversas maneiras, entre as quais diálogo aberto e consulta sobre impactos ambientais e sociais, relatórios públicos e, em última instância, a inclusão de parceiros empresariais e sociais nos processos decisórios da companhia.

Enfim, ENGAJAMENTO É MAIS DO QUE COMUNICAÇÃO!

Vários benefícios podem advir ao negócio a partir do engajamento dos stakeholders:

a. obtenção de licença para operar;

b. redução de custos;

c. prevenção a ações negativas dos consumidores e demais stakeholders;

d. desobstrução de canais de interação da organização (melhoria dos acessos ao mercado);

e. identificação de novos mercados;

f. desenvolvimento de uma cultura de aprendizagem e inovação; e

g. aumento da atratividade/valor da marca.

Os principais stakeholders que devem ser considerados no processo de engajamento são:

a. acionistas, donos e sócios;

b. diretoria e gerência;

c. colaboradores;

d. clientes;

e. fornecedores;

f. comunidade local;

g. ONG´s;

h. associação Profissional;

i. mídia;

j. financiadores;

k. meio ambiente;

l. poder público;

m. concorrentes; e,

n. sindicatos.

O conceito de Grupo de Interesse foi ampliado: modernamente se reconhece um universo muito maior, incluindo os grupos de interesse diretos e indiretos, que influenciam e são influenciados pela empresa.

Os diretos são os acionistas e os colaboradores.

Já os indiretos podem ser: os clientes, os fornecedores, as ONG´s, mercado de capitais, analistas financeiros, agências governamentais, comunidades locais, etc.

O mapa de stakeholders é uma radiografia detalhada do círculo de relações que suporta determinada organização. Ele nasce do alinhamento da visão dos executivos sobre o conjunto de públicos que sustentam a marca e sua relevância para a empresa. É também um instrumento estratégico de planejamento que permite eleger e abordar os públicos da marca segundo aspectos relevantes para a empresa.

Os principais critérios que balizam a construção de um mapa de stakeholders são:

a. proximidade: relacionamentos mais íntimos e constantes, com maior responsabilidade de entrega do valor da marca;

b. natureza da relação: relacionamento

c. interesse em comum: agrupamento de públicos segundo seus interesses em relação à marca; e

d. construção de valor: relações segundo a dinâmica de construção e manutenção de valor da marca.

Para que ocorra  o engajamento é preciso que se defina quais são os objetivos estratégicos pretendidos:

a. para fazer gestão de riscos de…

b. para desenvolver uma nova abordagem com o público…

c. para aprender sobre….

d. para desenvolver/melhorar o processo, produto ou política …

e. para melhorar as nossas relações com….

f. para chegar a um acordo sobre…

g. para obter uma licença para…

h. para informar nossa decisão sobre…

Na etapa seguinte, que é a de análise e planejamento, o foco deve ser a coleta de informações e desenvolver um plano de ação baseado nas prioridades estabelecidas na fase anterior.

Nesta fase deve ser feito:

a. a identificação de como esta questão é tratada atualmente pela organização;

b. aprender com outros e identificar parceiros;

c. aprender sobre os stakeholders;

d. estabelecer os objetivos específicos do engajamento; e,

e. providenciar recursos e definir margens para movimentação.

A terceira etapa no processo de engajamento é fortalecimento das capacidades, que consiste em assegurar que a empresa e seus stakeholders tenham capacidades e habilidades para engajar de forma produtiva. Esta etapa compreende:

a. fortalecimento da capacidade de resposta da organização;

b. desenvolvimento de habilidades internas; e

c. fortalecimento das capacidades de engajamento dos stakeholders.

Em seguida, no quarto estágio, temos o desenho do processo e o engajamento propriamente dito. É a etapa em que se desenha e implementa na prática o engajamento na empresa/instituição.

Compõe-se de:

a. identificação da abordagem mais efetiva do engajamento; e

b. definição do processo e engajamento.

O check list para esta atividade tem como providências:

a. definição do escopo;

b. desenvolvimento de um plano de comunicação;

c. identificação de um facilitador;

d. estabelecimento de regras para o engajamento;

e. preparação da logística; e

f. providências em relação ao registro e o assurance do evento, além de outras dependendo das características do engajamento.

Não existe uma “receita de bolo” para o engajamento. Ele pode se dar de forma diversa considerando o público de relacionamento envolvido, as questões particulares (tipo e duração), os objetivos pretendidos e o grau de engajamento que se pretende atingir.

A última fase do Engajamento diz respeito à Ação, Revisão e Relatoria. Seu objetivo é o de traduzir os novos aprendizados, insights e acordos em ação, bem como de prestar contas aos stakeholders de como isso foi feito.

A etapa inclui:

a. o desenvolvimento de um plano de ação;

b. reportar e garantir o feedback para os stakeholders;

c. aprender com e revisar o processo de engajamento.

A prestação de contas aos stakeholders sobre como os resultados do engajamento influenciaram o processo de tomada de decisão da organização é crítico para garantir a credibilidade do processo.

Ela pode se dar por meio de:

a. conversas individuais;

b. envio de cartas;

c. realização de eventos/workshop;

d. publicação dos resultados do engajamento e dos compromissos assumidos, na internet, no relatório de sustentabilidade e onde for mais interessantes fazê-lo.

Foram estes os temas que julguei mais relevantes serem apresentados.

Finalizo ressaltando que a fonte de consulta para a elaboração deste texto foi a apostila fornecida no curso realizado no dia 21 de maio de 2012, na Aberje.

O uso político de “soluçōes mágicas” na área da segurança pública

 

              

               Diante da indicação clara e recente das missões da Polícia Militar em São Paulo pelo seu comandante geral, como: “proteger pessoas, fazer cumprir as leis, combater a criminalidade e preservar a ordem pública”, faz-se importante no momento que antecede às eleições esclarecer à comunidade quanto à responsabilidade de todos no tema “Segurança Pública”.
               Ocorre que alguns candidatos aproveitam a falta de conhecimento de boa parcela da população sobre os mecanismos que garantem a segurança pública de todos, muitas vezes focando a imagem de simples expansão de determinada unidade policial como a ROTA, por exemplo, esta de inegável importância como é sabido. 
               Cabe o esclarecimento à comunidade em geral de que o sucesso alcançado por essa unidade decorre não somente do seu treinamento e de seu profissionalismo, mas também de circunstâncias que, no cenário policial, a tornam única. A ROTA é estrategicamente empregada no combate aos crimes de maior potencial ofensivo, com área geográfica livre para atuação e munida de informações fornecidas pela própria população, o que lhe assegura pleno êxito em suas intervenções policiais; no entanto, continua vinculada às prioridades institucionais como qualquer das outras unidades policiais, voltadas precipuamente à proteção da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana. Não está afastada dos propósitos mais elevados da Instituição, e não poderia ser diferente.
               O conceito, o estudo e a conscientização sobre a complexidade do sistema de segurança pública – que envolve, em sentido estrito, não apenas órgãos policiais, mas também o Ministério Público, o Poder Judiciário e o Sistema Prisional – amadureceram nas últimas décadas e a população, apesar de ainda não ter o grau de esclarecimento ideal, não se deixa mais seduzir por soluções imediatistas e até falaciosas com objetivo puramente eleitoreiro. 
               A redução do problema pela indicação de “soluções mágicas” em nada contribui para o necessário e bem-vindo debate, com envolvimento das forças vivas e representativas da sociedade em geral, para atingirmos o nível de segurança por todos almejado, pois, definitivamente, segurança pública não deve ser tratada apenas como assunto de polícia. 
               Por outro lado, agora voltando os olhos para o público interno da Polícia Militar, se não houver a plena consciência da missão policial, não será possível convencer a sociedade a ser aliada e partícipe do esforço institucional em prol da segurança coletiva. A sistematização recente das missões, da visão e dos objetivos da Instituição, divulgada pelo Comando Geral vem ao encontro da necessidade de transformar em palavras a vivência profissional de cada um dos integrantes da Polícia Militar. 
               O esforço institucional é sempre renovado, hoje com perspectivas de mudanças estruturais e operacionais na Polícia Militar paulista baseadas em critérios técnicos e estudos focados no melhor atendimento ao cidadão. Essencial, nesse propósito, convencer a comunidade como um todo de seu imprescindível papel, em vista do mandamento constitucional expresso no artigo 144 da Constituição Federal e no artigo 139 da Constituição Estadual: “a segurança pública é dever do Estado, mas direito e responsabilidade de todos”.

Adilson Luís Franco Nassaro
Major PM do 32º BPM/I, região de Assis


 

Governador assina decreto que regulamenta a Lei a de Acesso à informação em SP

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O governador Geraldo Alckmin assinou nesta quarta-feira, 16, no Palácio dos Bandeirantes, o decreto
que regulamenta na Administração Pública Estadual a Lei Federal nº 12.527, sobre o acesso a informações. O documento será publicado amanhã, dia 17, no Diário Oficial do Estado.O documento é resultado de um trabalho de mais de quatro meses de um Grupo Técnico criado no Comitê de Qualidade da Gestão Pública para discutir a regulamentação da Lei de Acesso à Informação na Administração Pública Estadual. Sob a coordenação do Arquivo Público do Estado de São Paulo, o Grupo Técnico foi formado por representantes da Procuradoria Geral do Estado e das Secretarias do Planejamento e Desenvolvimento Regional, da Fazenda e da Gestão Pública. O decreto estabelece que é dever do Poder Público promover a gestão dos documentos públicos para assegurar o acesso às informações.

O decreto cria os Serviços de Informações aos Cidadãos (SIC) em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual. Caberá aos SIC o atendimento presencial ou eletrônico dos pedidos de informações feitos pelo público. O pedido de informações pode ser feito pessoalmente, por telefone ou por email, contendo a identificação do interessado (nome, número de documento e endereço) e a especificação da informação requerida. Até que sejam plenamente organizados os SIC, o cidadão deverá encaminhar seu pedido de informações aos atuais serviços de atendimento ao público dos órgãos e entidades da administração estadual.

De acordo com o documento, as autoridades máximas dos órgãos e entidades da Administração Estadual terão até 30 dias para designar os responsáveis pelo Serviço. Uma vez organizados os Serviços de Informações ao Cidadão, a relação de todos os responsáveis, e-mail e telefone será divulgada pelo Portal do Governo do Estado de São Paulo, pelo Portal da Transparência e pela internet.

Caberá à Corregedoria Geral da Administração (CGA) a fiscalização do cumprimento da lei federal e do decreto estadual na Administração Pública, bem como atuar como última instância julgadora em casos em que o acesso à informação seja negado no órgão ou entidade. Já a Casa Civil será responsável pelo desenvolvimento do “Sistema Integrado de Informações ao Cidadão”, que será utilizado em todos os Serviços de Informações ao Cidadão (SIC). Além disso, a Secretaria de Gestão Pública irá promover treinamentos aos servidores públicos sobre a nova lei, bem como realizar uma campanha de conscientização de abrangência estadual sobre o direito de acesso à informação.

O documento também regulamenta a classificação de documentos passíveis de restrição de acesso. Para isso, terão papel estratégico as Comissões de Avaliação de Documentos de Arquivo (CADA) que, com o decreto, passam a ser denominadas Comissões de Avaliação de Documentos e Acesso (CADA). Criadas em 1989 para orientar a gestão documental nos órgãos e entidades da Administração Pública, as Comissões terão a responsabilidade de identificar documentos, dados e informações sigilosas e pessoais nos órgãos e entidades. Atualmente, existem 85 Comissões instituídas na administração direta e indireta, num total de 692 servidores públicos.

O caráter de sigiloso será excepcional, conforme previsto na lei, devendo ser regra geral o acesso irrestrito.  Os órgãos ou entidades deverão publicar anualmente em seus sites, no Portal da Transparência e no Portal Governo Aberto, o rol de documentos que tenham sido desclassificados nos últimos 12 meses, bem como o rol de documentos classificados em cada grau de sigilo.

A regulamentação da Lei de Acesso à Informação na Administração Pública Estadual se apoia em toda uma estrutura já montada pelo Governo Paulista para o acesso à informação pública, que inclui a implementação de políticas de gestão documental, os serviços de protocolo e arquivo dos órgãos e entidades, as Ouvidorias, as Comissões de Avaliação de Documentos e Acesso e o SPdoc ─ Sistema Informatizado Unificado de Gestão Arquivística de Documentos e Informações, capaz de promover a gestão dos documentos públicos desde a sua produção até a sua destinação final. Entre os inúmeros benefícios do sistema, o SPdoc possibilita a localização imediata de documentos. Para assegurar o pleno acesso às informações públicas, o Governo Paulista irá implementar o sistema SPdoc em todos os órgãos e entidades da administração direta e indireta.

O Governo Paulista já dispõe de vários canais de comunicação que prestam informações à população, como o Portal da Transparência Estadual (www.transparencia.sp.gov.br); as ouvidorias (www.ouvidoria.sp.gov.br); o Arquivo Público do Estado de São Paulo (www.arquivoestado.sp.gov.br); o Portal do Governo Aberto SP (www.governoaberto.sp.gov.br); o Portal do Governo de SP (www.saopaulo.sp.gov.br), a Biblioteca Virtual (www.bibliotecavirtual.sp.gov.br), além das centrais de atendimentos ao cidadão nas secretarias de Estado e nas empresas públicas, fundações e autarquias.

Sobre o Arquivo Público do Estado de São Paulo

O Arquivo Público do Estado de São Paulo é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Vinculado à Casa Civil, sua função é formular uma política estadual de arquivos e recolher, tratar e disponibilizar ao público toda documentação de caráter histórico produzido pelo Poder Executivo Paulista. A instituição mantém sob sua guarda aproximadamente 9 mil metros lineares de documentação textual permanente, 17 mil metros de documentação intermediária, 900m de material iconográfico e uma biblioteca de apoio à pesquisa com 45 mil volumes.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

VÍDEO MOTIVACIONAL – EXCELENTE

LINHA DO TEMPO DA HISTÓRIA DA POLÍCIA MILITAR

Muito interessante para conhecer a história da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Clique no link abaixo:

 

LINHA DO TEMPO DA HISTÓRIA DA POLÍCIA MILITAR

 

Humberto Gouvêa Figueiredo

A luta da imprensa comunitária na era da internet

Tradução e edição: Larriza Thurler

 
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Os números mostram que cada vez menos pessoas compram jornais locais no Reino Unido, comenta Richard Moss [BBC News, 11/5/12]. A tiragem caiu em 25% nos últimos cinco anos e a queda parece não ter fim. Para piorar o cenário, muitos jornais registraram um decréscimo anual de 10% nas vendas, com os diários sendo os mais atingidos. Não é surpreendente, portanto, que algumas editoras estejam considerando manter ou não seus negócios.

A Johnston Press, por exemplo, proprietária de dezenas de publicações no Reino Unido causou controvérsia ao transformar recentemente alguns de seus diários em semanários. Já na North East Press – que é de propriedade da Johnston Press -, alguns profissionais da redação e da publicidade estão sendo transferidos das comunidades em que trabalham para outras cidades – o que causou preocupações de que os jornais fiquem menos locais, ao serem produzidos em lugares mais distantes. “Não vejo isto como crise, mas como desafios e grandes oportunidades”, avaliou o diretor da North East Press, Stuart Birkett.

Crescimento online

Algo que todos podem comemorar é o crescente número de pessoas acessando os sites locais. OSunderland Echo, por exemplo, teve 10% de declínio nas vendas, mas o número de usuários online subiu 25%. Isto significa que as pessoas estão lendo notícias locais, mas de um modo diferente. O problema é que elas geralmente acessam o conteúdo de maneira gratuita, em vez de pagar por ele. Segundo a North East Press, o crescimento do número de leitores online começa a atrair anunciantes online. Há, também, esperança de que as pessoas paguem por aplicativos para tablets.

Ajuda do governo

Enquanto o mercado online não se sustenta, alguns membros do parlamento já propuseram ajuda financeira à indústria de jornais locais – que desempenham um papel fundamental em monitorar conselhos e seus funcionários. “Se consideramos quantos recebem subsídios nacionais que nem têm tanto apelo, certamente os jornais locais merecem apoio do governo”, observou a parlamentar Louise Mensch, do partido conservador. “Jornais locais não são apenas amados por suas comunidades, mas são os únicos veículos que acompanham os políticos locais e, portanto, têm um papel insubstituível na nossa democracia local”.

A indústria de jornais, no entanto, teme que um subsídio do governo afete sua independência. Editores acreditam que há outras soluções. Atualmente, o governo está com planos de cancelar o requerimento para que conselhos publiquem notas nos jornais locais – o que implicaria em milhões em perda de receita e, por isso, deve ser reconsiderado. Para o editor do Northern Echo, Peter Barron, também seria interessante propor incentivos e benefícios em impostos.

 

Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed694_a_luta_da_imprensa_comunitaria_na_era_da_internet

Divulgação de obra literária

 Atendendo ao pedido do autor, divulgo no Blog a obra de sua autoria.

Pela síntese me pareceu muito boa e oportuna para quem atua na Polícia!

Segue abaixo!

Dentro do novo paradigma que a sua Polícia vive, não é preciso mais usar a força desnecessária, e sim usar o seu poder pessoal para persuadir e influenciar pessoas.

Neste livro o autor ensina que o verdadeiro poder policial esta na sua habilidade de conquistar e influenciar pessoas. Ter o domínio sobre os seus pensamentos, sentimentos e comportamentos. Possuir flexibilidade, percepção e intuição.

E para que isto ocorra é preciso antes aprender a utilizar o computador mais completo e sofisticado do planeta chamado cérebro humano. Este não vem com manual de instruções, ou você passa a vida aprendendo as coisas através de tentativa e erro até alcançar um resultado ou você acelera este processo modelando as estratégias de alguém que já faz com perfeição.          

 

Através de uma linguagem simples e cativante você vai ampliar os seguintes benefícios:

- Aumentar o seu poder de comunicação e persuasão influenciando pessoas de maneira ética e elegante

- Conhecer melhor seu corpo e sua mente e a lidar com situações conflitantes;

- Desenvolver o seu potencial pessoal e profissional que atualmente estão presos por crenças e paradigmas limitantes;

- Melhorar a sua auto-imagem e auto-estima e aumentar o seu poder pessoal;

- Transformar sonhos em metas e metas em realidade;

- Aprender melhor e mais rápido através de ensinamentos trazidos do exterior

 

 

O livro não muda comportamentos e as boas experiências do policial que foram adquiridas ao longo dos anos e sim soma, potencializa ainda mais esta sua experiência adquirida.

 


A Polícia nos últimos 10 anos investiu de forma considerável em armamentos e tecnologias digitais sendo fundamental e de suma importância para a sobrevivência do policial. Só que nos últimos 10 anos as policiais de todo o Brasil quase nada investiram em tecnologias da mente, ou seja, em desenvolvimento humano.

 

Este livro é baseado em aprender a acompanhar as mudanças;                             Adaptar-se ás necessidades; Aperfeiçoar as rotinas de serviço;                              Estar acessível á novas idéias e o mais importante: AMPLIAR SUAS PERCEPÇÕES TANTO NA SUA VIDA PESSOAL QUANTO PROFISSIONAL.

 

 Algo só é impossível até que alguém duvide e o outro acabe provando o contrário.

 

 

Livro: Dê Um Novo Poder ao Policial

 

Sinopse

         

 Um dos grandes desafios para o trabalho policial, numa época em que a democracia quer se afirmar, é utilizar com equilíbrio a força e a capacidade de persuadir. O complexo trabalho policial consiste em saber enfrentar as questões que digam respeito ao servir à sociedade nas funções de prevenção e combate à criminalidade com competência e habilidade em lidar com o ser humano.

      Vivemos um novo paradigma que requer que a polícia conquiste a confiança das pessoas cada vez mais. O trabalho policial deve ser visto com a dignidade que merece, e as pessoas devem saber que tecnicamente a polícia evolui para melhor servir a elas.

          Este livro traz uma enorme contribuição a essa nova visão que se pretende para as corporações policiais no Brasil, porque ele propõe um treinamento de percepção e utiliza instrumentos para a melhoria do desempenho pessoal a partir de conhecimentos avançados, como a Programação NeurolinguísticaCoaching, as neurociências e as técnicas de interrogatório. Quanto a este último item, o livro traz a tradução de um dos melhores instrumentos atualmente desenvolvidos, que é o Interrogatório deReid.

          Quem não quer se acomodar e busca conhecer um novo modo de tratar as questões que envolvem o trabalho policial terá neste livro um precioso instrumento de trabalho.

 

O LIVRO É VOLTADO PARA TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NA SEGURANÇA PÚBLICA DE QUALQUER CARGO E INSTITUIÇÃO

 

 

Um breve Histórico dos conhecimentos apresentados neste trabalho.

 

  “Programação Neurolingüística” é uma expressão um tanto obscura que na verdade compreende três idéias simples.

A parte “Neuro” da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. “Compreendemos” a informação e depois agimos. Nossa neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas a idéias e acontecimentos. Uns refletem os outros no nível físico. Corpo e mente formam uma unidade inseparável, um ser humano.

A parte “Lingüística” do título indica que usamos a linguagem para ordenar nossos pensamentos e comportamentos e nos comunicarmos com os outros.

A “Programação” refere-se à maneira como organizamos nossas idéias e ações à fim de produzir resultados. A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados.

Do livro: 
Introdução à Programação Neurolingüística - J.O’Connor/J.Seymour

 

O livro é composto de 80% relacionado a Progamação Neurolinguística

 

Coaching é um processo que visa elevar a performance de um indivíduo (grupo ou empresa), aumentando os resultados positivos por meio de metodologias, ferramentas e técnicas cientificamente validadas, aplicados por um profissional habilitado (o coach), em parceria com o cliente (o coachee).” (Villela Da Matta & Flora Victoria)

 

É uma assessoria pessoal e profissional que visa potencializar o nível de resultados positivos nas diversas áreas da vida de um cliente, grupo ou empresa.

É uma parceria entre o coach (profissional) e o cliente que busca a evolução, crescimento, aperfeiçoamento, felicidade, bem-estar e o aprimoramento de sua qualidade de vida.

O processo de coaching leva o cliente a buscar novos entendimentos, alternativas e opções capazes de fazer com que ele amplie suas realizações e conquistas. Este processo pode ser focado no aumento de performance ou na mudança, transformação e aprendizado.

Coaching é uma nova profissão. Combina prática e procedimentos distintos, visando dar suporte aos clientes para que criem uma vida ideal.

coaching é um processo que envolve o diálogo entre o coach e seu cliente, diálogo este que tem como objetivo levar o coachee a encontrar mais satisfação em sua vida. Isso é obtido por meio de procedimentos específicos e acompanhamento contínuo, até que o cliente atinja uma determinada meta ou objetivo.

e gestão e gerenciamento de pessoas, indispensável para executivos e líderes.”

 

Em diversas páginas do livro ocorrerá um trabalho de coaching com perguntas estrategicamente formuladas como também o policial aprendera em como se organizar para desenvolver uma meta.

 

Neurociencia é o estudo do sistema nervoso, das suas composições moleculares e bioquímicas, e as diferentes manifestações deste sistema e através das nossas atividades intelectuais tais como a linguagem, o reconhecimento das formas, a resolução, de problemas e a planificação de ações

O livro em alguns trechos mostra de uma maneira simples e descomplicada técnicas baseadas nos estudos da Neurociência

 

 

O método Reid é usado por forças de polícia em todo o mundo como ele é uma das informações mais simples e prático de uma pessoa.Curiosamente sua simplicidade também torna aplicável a situações da vida cotidiana.

 

Depois de trabalhar durante décadas para a polícia conduzir interrogatórios de Nova York, após especializado em psicologia social e do uso de polígrafos como ferramentas judiciais, John Reid descobriu que a maneira mais eficaz para obter informações de uma pessoa é submetendo-a a várias condições que o seu desequilíbrio mecanismos racionais de resposta e, conseqüentemente, induzir a um estado de auto-defesa, que promove e incentiva as “respostas instintivas”. Ou seja, as respostas precipitadas fácil negar e para analisar e para os quais pode-se verificar que é o que esconde alguém, por que mesmo forçá-lo a dizer a verdade.

 

 

O método é baseado em um conjunto de situações contrastantes que levam ao “comportamento provocador”, com o qual você pode manipular a pessoa, isto é, fazer perguntas e analisar a resposta estruturada dado o que é tecnicamente chamado BAI, Comportamento Entrevista Entrevista Análise de Análise do Comportamento.

É importante notar que a técnica é levada a cabo de processo como uma interrogação, mas que é por meio de entrevista. No entanto, hoje isso mudou a emoção que está sendo exibido pelo entrevistador depende do tipo de questão. Desta forma, o entrevistado associada a uma emoção como um tipo de pergunta, tão variados, nos estágios finais, o entusiasmo com o tipo de pergunta o entrevistador pode levar o entrevistado a responder perguntas de sondagem ou acusativo mais dócil, sem apresenta uma defesa muito difícil.

 

De forma exclusiva o livro traz um resumo considerável e rico de informações da técnica e os 9 passos do interrogatório de Reid

 

* * *

 

Humberto Bueno é policial civil do Estado de São Paulo, Personal eProfessional Coaching formado pela Sociedade Brasileira de Coaching.Trainer em Programação Neurolinguística com especialização em HipnoseEricksoniana, ambos pela Sociedade Brasileira de ProgramaçãoNeurolinguística. Faz especializações cada vez mais frequentes através de cursos, seminários e livros relacionados à alta performance humana.  

Humberto Bueno é considerado o primeiro policial em vincular PNL,Coaching, Neurociências e Técnica Reid de Interrogatório à Polícia em formato de livro, sendo reconhecido por profissionais que atuam na segurança pública em todo o Brasil. É um colaborador em levar assuntos voltados a excelência humana a estes profissionais.

Humberto Bueno também ministra Palestras que têm como objetivo aumentar as habilidades de comunicação. Os conhecimentos apresentados em Programação Neurolinguística, Hipnose Ericksoniana e Linguagem Corporal mostram como influenciar as pessoas de maneira ética, íntegra e elegante, como identificar comportamentos negativos e como incrementar o poder pessoal em situações pessoais ou profissionais com o objetivo de aumentar o seu grau de influência e persuasão pessoal para obter melhores resultados através da comunicação


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