Informação útil para quem ainda está no vício!!!

Com lucro líquido de R$ 1,45 bilhão, a Souza Cruz (CRUZ3) reportou nesta terça-feira (15) seu resultado referente a 2010. O montante representa uma baixa de 2,4% em relação ao auferido pela empresa no ano anterior.

“O ano foi marcado pela inovação nas ofertas das marcas em grande parte do nosso portfólio. Destaco o sucesso da nova plataforma da marca Free, o ineditismo da versão Click & Roll de Lucky Strike, e a consolidação da marca Dunhill no Brasil, que contribuem para qualificar o resultado dos segmentos Premium e Internacional no mercado brasileiro”, destacou Dante João Letti, presidente da companhia.

A receita líquida de vendas da Souza Cruz, por sua vez, totalizou R$ 5,52 bilhões no último ano, o que representa um decréscimo de 4,7% em relação aos R$ 5,79 bilhões vistos em 2009. Segundo a empresa, no segmento de cigarros houve, porém, um avanço de 4% na variação anual como consequência dos melhores preços obtidos no mercado de marcas “Premium”.

“No segmento de exportação de fumo, apesar dos melhores preços praticados em dólar, as receitas foram influenciadas negativamente pela redução dos volumes embarcados e pela apreciação média do real em relação à moeda dos Estados Unidos”, avaliou a empresa.

Ebitda e volume de vendas

No que se refere ao Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), a companhia atingiu R$ 2,09 bilhões, configurando um crescimento de 3% em relação a 2009, quando a cifra fora de R$ 2,03 bilhões.

Além disso, o volume total de cigarros comercializados no mercado brasileiro em 2010, estimado em cerca de 115,5 bilhões de unidades, apresentou uma redução de 1,5% frente ao total de 2009.

De acordo com a companhia, esta redução decorre principalmente dos aumentos de preços dos cigarros promovidos pelas empresas a fim de compensar a elevação das tributações do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), ocorrida em maio de 2009, e do PIS/Cofins, ocorrida em julho de 2009, em 23,5% e 72,5%, respectivamente.

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3 comentários

  1. ANDREIA FARGNOLI · fevereiro 25, 2011

    O fumo provoca graves alterações da saúde, resultante da inalação de substâncias durante o ato de fumar.
    Estamos aqui falando de um vício que mantém 32 milhões de brasileiros dependentes, física e psiquicamente, de uma substância chamada Nicotina. No mundo, são 1,2 bilhão de pessoas dependentes de nicotina, quase 20% dos terráqueos.

    Vale lembrar que fumantes que entram agora no tabagismo são diferentes dos fumantes do início do século XX. As informações sobre os malefícios do fumo inexistiam há cem anos. No entanto, atualmente, observamos verdadeiras legiões de adolescentes aderindo à escravidão do tabaco, como se fossem cegos e surdos aos sinais de alerta.

    Para não seguir um caminho que mata um em cada dois usuários, talvez seja necessário, além da boa informação, uma imensa dose de auto-estima e uma descomunal capacidade de sonhar. O trio conhecer-se/querer-se bem/sonhar pode ser uma poderosa arma para a defesa das armadilhas que estão à espreita, criadas pela ganância e por uma cruel falta de percepção da beleza e do valor da vida.

  2. ANDREIA FARGNOLI · fevereiro 25, 2011

    O cigarro provoca danos irreparáveis ao organismo do fumante e aos que vivem à sua volta. Vejamos os órgãos do corpo que são atingidos pelo fumo:

    Cabeça: a nicotina é uma droga que causa dependência, quer dizer, não se consegue viver sem ela. É isto que torna difícil deixar o hábito de fumar.

    Boca: A fumaça do cigarro contém mais de 4700 substâncias químicas, das quais 60 são cancerígenas. Parte da fumaça é absorvida pela mucosa oral. A nicotina é tragada e absorvida pelo pulmão, de onde passa para a corrente sangüínea.

    Olhos e Nariz: O cigarro possui substâncias tóxicas voláteis que provocam irritações nos olhos e no nariz do fumante ativo e passivo.

    Pulmão: Parte do alcatrão permanece no pulmão, formando uma crosta que dificulta a absorção do oxigênio e causa tosse. 90% dos cânceres de pulmão são causados pelo tabagismo. O cigarro também provoca bronquite, tosse, dificuldade de respiração…

    Aparelho digestivo: o fumo aumenta o risco de úlcera de estômago e de duodeno. O tabagismo prejudica a cicatrização da úlcera e aumenta as complicações da doença, como o sangramento.

    Coração: Os fumantes têm duas vezes mais chances de morrer por doenças do coração.

    Circulação sangüínea: No sangue, a nicotina e o alcatrão espalham-se por todo o corpo até atingir o cérebro. Cerca de 30% de todos os cânceres estão associados ao cigarro.

    Útero: Fumar durante a gravidez aumenta o risco de aborto espontâneo, mortes fetais e dobra as chances de o bebê nascer abaixo do peso. O bebê que respira a fumaça do cigarro tem duas vezes mais chances de ter pneumonias e bronquites.

    Não fumantes: O cigarro é prejudicial também para os não fumantes. Já está consagrada a expressão “fumante passivo”. Trata-se da pessoa que aspira, sem fumar, as tantas substâncias maléficas presentes no cigarro.

    Não há dúvidas de que a saúde e a vida estão do lado oposto ao fumo. Mas parar de fumar é um sacrifício tão grande que a maioria dos fumantes não consegue fazê-lo.

    A saúde, o bolso, o amor ao próximo são alguns dos motivos para não fumar.

  3. ANDREIA FARGNOLI · fevereiro 25, 2011

    A consciência dos malefícios de uma droga não é condição suficiente para acabar com a dependência dela. Para tanto, você fumante, precisa de determinação. Se não confia na força de vontade para parar de uma vez, pelo menos tente diminuir a dose. É lógico que dá! Não venha com aquela conversa de que agora não é possível porque anda meio nervoso. Ninguém perde o juízo se não fumar 20 ou 30 cigarros por dia. Dez não está bom para começar? Dez fazem menos mal e é mais do que suficiente para aplacar as crises mais torturantes.

    Diminuir o vício sempre é possível. Mesmo que numa noite desvairada você enfie o pé na jaca e fume dois maços, a ressaca do dia seguinte vai ajudá-lo a segurar outra vez.

    Depois de ter feito isso, experimente parar um dia inteiro, só para ver como é. Calma, é um dia só, no outro você volta aos dez ou, talvez um pouco menos; quem sabe. Custa experimentar? Afinal, um mínimo de brio ainda lhe resta. Vai morrer sem tentar?

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