Pensamentos do dia

Por Major PM Aderson Pereira Guimarães

“As mulheres modernas desejam ter filhos, mas poucas querem ser mãe.”

Há um bom remédio para as pessoas que têm saúde e reclamam da vida. Recomende a estas visitas rotineras às unidades de terapia intensiva dos hospitais públicos e ao instituto médico legal.”

A maior dor de um pai ocorre quando este leva como resposta do filho um tapa na cara devido só querer o seu bem.”

Anúncios

4 comentários

  1. ANDREIA FARGNOLI · março 23, 2011

    “A maior dor de um pai ocorre quando este leva como resposta do filho um tapa na cara devido só querer o seu bem.”

    Será que tem um jeito de pais e filhos conviverem pacificamente?
    Tem um jeito de “ambas as partes” estarem bem. Mas isso exige MUITA compreensão dos dois lados.

    Abaixo repasso o que li na net:

    Mas como se posicionar corretamente? Consultamos especialistas que resumiram 9 frases que não devem ser ditas para a criança.

    1. “Não te amo mais”
    “A criança é muito mais frágil que o adulto. Tudo que se fala ganha uma dimensão maior”, comenta Dora Lorch. Portanto, ouvir uma frase destas da boca dos pais pode causar estragos. Larissa Fonseca explica que esta falta de aceitação pode ser muito forte. “A criança não consegue entender a complexidade do mundo, e alguns adultos não têm consciência disso”,

    2. “Você é feio”
    Xingamentos e palavras feias podem afetar a formação da autoimagem. Repetidos excessivamente, também podem ser considerados violentos. Larissa Fonseca aponta que existe uma diferença sutil, mas essencial entre “você é feio” e “o que você acabou de fazer foi muito feio”, que desloca o adjetivo negativo para a ação e não para a criança.

    3. “Vou te matar”
    “O que traz a educação é a firmeza, e não a agressividade”. Ameaças do tipo servem apenas para criar medo nas crianças, o que, segundo o psiquiatra, não leva a lugar algum. “O medo não educa, só traumatiza”, diz Içami. A longo prazo, a intimidação tampouco é efetiva e esvazia o discurso dos pais, já que eles obviamente não vão cumprir o que prometeram. “Primeiro, as crianças sentem um desamor muito grande. Depois, quando descobrem que as ameaças não funcionam, não levam mais os pais a sério.

    4. “Nunca mais te trago aqui”
    Como a noção temporal das crianças é diferente, as punições precisam ser imediatas.
    Este tipo de ameaça também não faz efeito por ser mentirosa. “As crianças sentem que estão sendo enganadas. E isso não faz bem para elas”, diz Larissa. Dora Lorch aponta que ameaças do tipo, assim como “você nunca mais vai ver televisão” ou “nunca mais vou falar com você”, passam uma ideia ambígua para criança, o que prejudica a sua formação moral.

    5. “Você puxou o seu pai” ou “Você é igualzinho a sua mãe”
    Quando os pais estão separados e há algum conflito entre ambos, não é nada saudável usar este tipo de frase. Segundo Leila Tardivo, as crianças entendem que elas são parecidas com a parte rejeitada – e se sentem dessa forma.

    6. “Se ficar bonzinho, dou um chocolate para você”
    Comportar-se bem, arrumar o quarto, guardar os brinquedos ou fazer a lição de casa são responsabilidades dos filhos, por isso eles não precisam ganhar nada em troca quando fazem isso. Quando os pais fazem estes acordos de maneira repetida, os filhos podem achar que não se tratam de deveres. “A criança precisa aprender a fazer as coisas por responsabilidade, e não porque vai ganhar algo” .

    7. “Para com isso, todo mundo está olhando!”
    Esta frase é mais fruto do embaraço dos pais que um tipo de bronca para os filhos. Segundo Içami Tiba, ela também passa a mensagem da “campanha da boa imagem”, quando a criança só tem que parecer educada para os outros. “O que os pais estão falando é um problema deles. As crianças não ligam para o que os outros estão vendo”, explica.

    8. “Fica quieto!”
    No geral, as crianças tendem a atender ordens mais específicas. Quando escutam frases como esta, elas se confundem. “Ela não sabe se é para parar de falar, de pular ou de fazer o que está fazendo”, diz Dora Lorch. Os pais devem apontar exatamente o que eles gostariam que a criança fizesse.

    9. “Limpe já seu quarto, senão você vai ficar de castigo”
    “Quando um adulto coloca um ‘senão’ do lado de suas ordens, isso quer dizer que ele não acredita muito nelas”, diz Dora Lorch. Isso demonstra que os próprios pais já estão negociando, o que faz com que as crianças não respeitem as ordens dadas. Os “senões” só podem aparecer quando a criança questionar muito. “Firmeza é dizer que não pode, e não poder mesmo”,

    • capitaofigueiredo · março 23, 2011

      Muito legal o texto…me indica a fonte que gostaria de publicar no Blog.

      Humberto

  2. ANDREIA FARGNOLI · março 24, 2011

    “As mulheres modernas desejam ter filhos, mas poucas querem ser mãe.”

    http://revistatpm.uol.com.br

    Você tem 30 e poucos anos, namora firme ou acaba de casar. Logo, começa a ouvir dos pais, dos amigos e até da manicure: “Quando vai engravidar?”. Raramente a pergunta é feita com o verbo “pretende”. Até porque muitas – ou a maioria – das mulheres não questionam a maternidade, considerada natural. E quando a resposta é “não quero”, as reações frequentes de quem se espanta com o fato são acompanhadas de: “Como assim? É algum problema?”. Vale lembrar que estamos no século 21. As mulheres são chefes de família, presidentes da República e de empresas, e a pílula anticoncepcional existe há cinco décadas. Além disso, o número de casais sem filhos no Brasil aumentou de 13% (1999) para 17% (2009), enquanto as famílias com filhos diminuíram 5%, segundo o IBGE.

    Ainda assim, mulheres como Karina Buhr, Camila Helena, Tatiana Soster e Marta Machado, entrevistadas pela Tpm, se acostumaram aos olhares “desconfiados” e “horrorizados” quando assumem publicamente a decisão. “A recusa em ter filhos não é apenas um tabu, mas uma atitude suspeita”, antecipa a orelha do best-seller Sem Filhos – 40 Razões para Você não Ter, da psicanalista suíça Corinnne Maier, que admite às vezes se arrepender de ter tido os seus.

    A decisão dessas mulheres, no entanto, não significa uma bandeira contra a maternidade. Ao contrário, elas se sentem à vontade com crianças e reconhecem a natureza feminina no prazer de cuidar de quem está ao redor. A impressão que têm é a de que algumas mulheres querem TER filhos, e não SER mães. Como se a motivação fosse uma vaidade pessoal e uma tentativa de corresponder à expectativa dos outros.

    Pressão total

    Os argumentos para recusarem o papel de mãe variam, mas a palavra “liberdade” é repetida por todas. Gostam de dormir noites inteiras, de viajar livre de preocupações, de se dedicar 100% ao trabalho… “A não maternidade voluntária é decorrente de uma série de escolhas feitas e confirmadas ao longo da vida. Portanto, não costuma ser o resultado de uma decisão momentânea. É um assunto delicado, que demanda reflexão e às vezes auxílio de profissionais de psicologia”, explica Luci Helena Mansur, psicóloga e autora de Sem Filhos: A Mulher Singular no Plural. Já a argentina Laura Gutman, psicoterapeuta familiar, crê que as escolhas não são tão objetivas quanto podem parecer. “As decisões não costumam ser conscientes, embora acreditemos que sejam. Muitas mulheres não desejam filhos e, apesar disso, os têm. Outras desejam, mas não engravidam. E outras não desejam e de fato não os têm.” Ou seja, as razões por trás da escolha, seja de não ter ou de ter filhos, não podem ser generalizadas. Afinal, muitas vezes, a própria mulher desconhece as manobras psicológicas que motivam sua decisão.

    Mas por que hoje a pressão para engravidar ainda é grande? Para responder essa questão, a psicóloga Luci Mansur volta dois séculos na linha do tempo, quando teria se originado o modelo de família que imperava no Brasil até a revolução sexual, nos anos 60. “O século 19 pode ser visto como ponto de transição na história das mulheres ocidentais”, resume. Enquanto os homens assumiram o sustento da família, para as mulheres “a procriação se tornou garantia de felicidade, de adequação à ‘natureza’ feminina, e um meio de obter reconhecimento social”. Desde então, meninas crescem ouvindo que só serão plenas se conceberem outro ser humano. Afinal, fêmeas procriam. É biológico.

    Resultado: conciliar profissão e maternidade virou um dos maiores conflitos do sexo feminino. “As pessoas passam meia hora reclamando da rotina, do cansaço, do marido, do filho, mas falam: ‘Vale a pena!’. Não é o que estou vendo”, defende a pesquisadora Tatiana Soster. “Provavelmente, só daqui a várias gerações será possível equilibrar a riqueza que concede a liberdade com a intensidade que oferece a maternidade”, reflete Laura Gutman, também autora de Preparação para a Maternidade: Encontro com a Própria Sombra.

    No livro, Laura fala da maternidade como oportunidade de entrar em contato com “aspectos escondidos da psique feminina, expostos com a chegada dos filhos”. Porém, se não estiver afim dessa viagem, o destino pode ser outro. “O vínculo com um filho pode ser uma oportunidade de autoconhecimento excepcional, mas a mãe tem que estar em profundo contato consigo mesma”, afirma.

    Conheça as histórias de Karina, Camila, Tatiana e Marta. Mulheres que escolheram embarcar sem acompanhante na viagem de suas vidas.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s