SÍNTESE DOS ASSUNTOS TRATADOS NO 2º ENCONTRO DE GESTORES DE COMUNICAÇÃO

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Participamos em 16 de maio, representando o Centro de Comunicação Social da Polícia Militar do Estado de São Paulo, eu (Major Figueiredo), o Tenente Mosna e a Sargento Arlinda, do 2º Encontro de Gestores do Comando Militar do Sudeste.

O evento começou às 09 horas e se estendeu até próximo das 17:30 h.

Do ponto de vista da organização e do nível dos palestrantes foi um evento que pode ser considerado impecável.

Apresento a seguir um relato feito a meu pedido pelo Tenente Mosna, que aborda, sinteticamente, os principais pontos tratados no evento.

Espero que, de alguma forma, sirva para ampliar o conhecimento de quem ler.

 

Registro sintético dos assuntos tratados

 Relator: 1º Tenente PM Mosna

 1ª Palestra: Exposição do Comando Militar do Sudeste – Gen Adhemar (09h00)

–        O Brasil possui 16.886 Km de fronteira terrestres, realizando cerca de 80 operações por dia (Exemplo: operações no Morro de Alemão – tiro de elastômero em pessoa da comunidade teve repercussão – a presença em mais de u  ano não teve)

–        Ambiente operacional nas Operações no Rio de Janeiro: comunidade perdeu percepção de lei e de segurança;

–        Operações no Haiti: missão de auto simbolismo;

–        Ampliação do pa´tio de estacionamento do aeroporto em Guarulhos com economia de 150 milhões de reais (edifício de 06 andares para baixo);

–        Novo aeroporto do Rio Grande do Norte;

–        Duplicação da BR 101 – atribuída à engenha:ria do Exército pela ausência de interesse das Empresas;

–        Valores imutáveis do exército: instituição do Estado Brasileiro,sem qualquer vinculação política, voltado para sua missão institucional, integrado com a sociedade brasileira;

–        Algumas premissas: o olhar do mundo está mais próximo de nós, nossos erros estão mais próximos dos outros, o que dá significado à imagem são os valores associados a ela.

–        Comunicação institucional do Estado: instituição sem vinculação política, não promovem pessoas(fazem propaganda de ações institucionais), dirigentes não tem vínculo político-partidário (são oriundos de carreira), credibilidade independe do governo que servem), atitudes individuais afetam a imagem da instituição como um todo.

–        Antiga concepção militar: emprego da força e enfase na operação bélica.

–        Nova concepção militar: projeção do poder, ênfase na comunicação pública.

–        Reputação: se mantém em virtude da trajetória histórica altamente positiva.

–        Imagem: é a fotografia do momento, flutua em função da existência das crises.

–        Imagem do exército: braço forte, mão amiga.

–        Medidas para tornar a instituição mais conhecida: estreitar relacionamento com formadores de opinião, informar com oportunidade, realizar palestras e apoiar pesquisas de meio acadêmico, realizar estágio para correspondentes em assuntos militares (ECAM).

–        Visita de universitários à amazônia e de jornalistas para o Haiti.

–        Visita de formadores de opinião.

–        Curso de jornalistas em área de conflito (reconhecimento da ONU).

–        Relacionamento com a mídia deve ser: cordial e respeitoso, sem preconceitos, com base na verdade dos fatos, sem discriminação dos veículos e profissional.

–        Pesquisa de opinião FGV: 73% estão satisfeitas com as forças armadas, 56% com a igreja católica, 55% com o MP, 45% com grandes empresas, 44% com a imprensa escrita, 42% com o poder judiciário, 40% com o governo federal…

–        Agradecimentos (história da boina)

 

2ª Palestra: Cloud Computing – William Leite (10h15) william@yotaapps.com.br

–       Agenda: computação em nuvem, modelo em serviço, modelo de implantação, principais benefícios, principais provedoras de serviço, mobilidade, computação em nuvem e negócios, dúvidas.

–       Computação em nuvem: O conceito de computação em nuivem, refer-se a utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da internet, seguindo o princípio da computação em grade. A função da computação em nuvem é de cortar custos operacionais e, o mais importante, permitir que os departamentos de TI se concentrem em projetos estratégicos e manter o data center funcionando. – “Computação como serviço”.

–       Modelos de Serviços: O conceito de serviços, em computação em nuvem, vem da reutilização de componentes em modelo e vendas. Eles são conhecidos como “As A Service” (como serviço). Entre os serviços temos:

–       Software como serviços (software as a service – SaaS): É o modelo de contratação de software, onde o fornecedor se responsabiliza por toda infraestrutura necessária para a disponbilização do sistema. O cliente utiliza o software via internet, pagando um valor pelo uso. Exemplos: vídeo conferencia;

–       Plataforma como serviço (PaaS): Fornece a infraestrutura para a implantação e execução de aplicativos, eliminando a necessidade do custo, complexidade de instalação e gerenciamento de requisitos relacionados a hardware e software. Exemplo: Amazon beanstalk;

–       Infraestrutura como serviço (IaaS): É o modelo de contratação de infraestrutura, comumente na forma virtual, como storage, firewall, load balance e máquinas virtuais. Exemplo: Amazon web services

–       Sabores: Cloud Clientes: Saas (nível complexo) – Paas – IaaS (n´vel básico)

–       Modelo de implantação: uma vez entendido o conceito, as formas de impantação podem variar de acordo com os modelos de negócio. A restrição ou abertura de acesso depende do processo de negócio, do tipo e informação e do nível de visão desejado. Os diferentes tipos de implantação são:

–       Público: Modelo mais comum, onde a contratação dos serviços é feita basicamente pela internet, num canal público e aberto;

–       Privado:Nuvens privadas são aquelas construídas exclusivamente para uma única empresa

–       Hibrido:Sugere normalmente uma extensão do data center proprietário, a um modelo público conectados

–       Benefícios da computação em nuvem: infraestrutura tradicioanal é cara e complexa (“TI gasta 80% de seu tempo em recursos mantendo as luzes acesas”):

–       preços altos;

–       provedores lentos para atender a demanda de infra, gerenciamento do crescimento físico, negociação de contratos, CAPEX, recursos de TI com baixa utilização, patches, atualizações, janelas de manutenção.

–       Benefícios da computação em nuvem: sem despesas de capital antecipadas, baixo custo, pague apenas pelo que usa, infraestrutura selfservice;

–       Modelo elástico consegue permitir uma maior aderência na computação em nuvem;

–       Infraestrutura selfservice: nova infra depende apenas de alguns cliques – novo ambiente de desenvolvimento, novos ambientes de homologação, novo ambiente no Japão, adicionar e retirar servidores – constituem exemplos de demandas atendidas.

–       Principais provedores: amazom web services, google apps, windows azure.

–       Mobilidade:

–       Olho de estrada (yotta apps):

–       agregador de câmeras de estradas brasileiras;

–       aplicativos na plataforma android, iOs e Chrome web app;

–       mais de 2000 acessos simultâneo durante os feriados

–       Computação em nuvem de negócios:

–       Como a computação pode ajudar no seu negócio:

–       pelas diversas mobilidades de contratação para todos os tamanhos de empresa;

–       pague pelo uso: ambientes de homologação e desenvolvimento, aumento de acesso sazonal e ambientes desligados fora do horário comerical;

–       grid computing: Case NY Times – jornais de 1851 a 1980, em formato TIFF ( 4 TB) convertido em PDF em 24 horas com 100 máquinas em paralelo;

–       SaaS para e-mail e colaboração: “servidor” sempre atualizado, controle por nível de serviço (google 99,9%, sem paradas programadas), sem risco de perda de dados por roubo / falha no equipamento

 

3ª Palestra: Gestão de imagem na mídia no ponto digital – Marco França (11h10) –    marco.franca@prnewswire.com (11 – 9201 9015)

–       Presidente da PR Newswire no Brasil: meio milhão de jornalistas conectados em tempo real, recebend o informações de 30.000 clientes;

–       Mídias sociais e impacto na área de comunicação;

–       A gestão de imagem na mídia da era digital: a imagem da empresa nos meios de comunicação, contrabalançeando mensagens de impacto negativo, mídias pagas, modificando percpções e educando os consumidores e uso da internet;

–       A imagem da empresa nos meios de comunicação:

–       como você divulga e monitora a imagem de sua empresa?

–       Uimpresso online, mídias sociais, ráduio, TV;

–       propaganda são como ações: se você investir certo cosnegue excelentes resultados;

–       notícias veiculadas em internet, jornais e revistas de economia, esportes, propaganda, etc.

–         Contrabalanceando mensagens de impacto negativo:

–         Ofuscar mensagens críticas com grande quantidade de conteúdo altamente positivo sobre a instituição;

–         promover conteúdos sociais que incentive o apoio/endosso de terceiros;

–         manter campanhas em mídias pagas

–        Tirar vantagem da convergência atuando conjuntamente em mídas pagas, mídias espontâneas e mídias próprias:

–        mídia paga: uma marca apaga para ocupar um espaço, publicar um conteúdo (propaganda, eventos, marketing direto);

–        mídia espontânea: visibilidade é obtida junto a um formador de opinião (imprensa, blogs, etc);

–        mídia própria: canais de comunicação da própria marca (blogs de empresas, etc)

–        os limites não são definidos claramente;

–        conteúdos repercutem em diversas mídias;

–        mídias espontâneas vêm ganhando importância;

–        crescente uso de celulares impulsiona mídias espontâneas;

–        “Ecommerce” está cada vez mais presente em todos os meios com opções de vendas por anais ou links

– Promover campanhas em mídias pagas com conteúdos de alta qualidade:

– mídias pagas: mensagens rápidas, impacto imediato e de curta duração;

– Conteúdo de alta qualidade: projeta audiência para além do mero ponto adquirido; mantém o assunto em pauta em discussões em redes socais; ações em mídias pagas ajudam a gerar mais espaços nas mídias espontâneas;

–  Utilizar canais próprios para promover e sustentar o bizu positivo:

–     manter infraestrutura web para hospedar conteúdos de alta qualidade:

–     apoiar campanhas pagas para ampliar a voz da marca;

–     mais ativos de conteúdo positivo na web para ajudar a ofuscar mensagens negativas;

–     estabelecer pontos de fonte e consulta para consumidores e para a mídia;

–     aumentar a interação social e a “crowdsourcing” (nuvem de tarefa);

–     Distribuir conteúdos e aumentar a presença na mídia espontânea;

–     identificar e atingir os influenciadores da marca (jornalistas, blogueiros, etc);

–     disseminar conteúdos em agências e comunidades;

–     cobrir todos os canais da mídia – impresso, online, social, TV e rádio;

–     multimídia: textos, etc

– Fórmula para o sucesso: framework + conteúdo + distribuição + mensuração;

– Framework de conteúdos – diferentes plataformas: combinação entre mídias próprias, parcialmente próprias e de terceiros (ente a marca e o terceiro existe um espectro de influencia e de conteúdo entre as mídias paga, espontânea e móvel);

– Conteúdo: criar conteúdo de alta qualidade:

            – conteúdos criados por suas agências ou pessoal próprio para campanhas em mídias pagas amplificam a voz da marca;

            – adicionar elementos multimídia (imagens, vídeos, etc) incrementa em muito a visibilidade;

– Distribuição: distribuir o fluxo de conteúdos para todos os canais;

– Mensuração: medir resultados para ajudar no desenvolvimento de conteúdos e expansão do alcance (monitorar as mídias espontâneas, receber feedback das mídias sociais, analisar a efetividade dos canais e dos formatos utilizados e identificar novos formadores de opinião);

– Comunicação online – ajuda ou atrapalha?

            – google é o novo endereço online de toda a empresa;

            – como você aparece na mídia online?

            – é importante estar lá?

– Mídias sociais: por que deve ser usado?

            – pesquisa da NR em 2011 com 305 jornalistas:

                        – 79,7% dos jornalistas recorrem às redes socais para entrar em contato com as fontes;

                        – 73,4% elegeram o twitter como a rede social que mais pode auxiliar os jornalistas;

–                                                        83,3% admiram temas nascidos em redes sociais para aputarem seus veículos;

–                                                        33,8% disseram sempre replicar as matérias que escrevem em sites de relacionamento;

–        22% garantiram compartilhá-las ocasionalmente

 

4ª Palestra: Gestão de Emails Eficazes – Laila Vanetti (13h45) –   www.scrittaonline.com.br

–       Comunicação é conteúdo incontinenti – consultora da Empresa Scritta;

–       exibição do vídeo “obrigado por fumar” – ver no yotube – uso da argumentação – foco do vídeo não no copo, mas na água – conteúdo – a questão refere-se no conteúdo, ou seja, em alcançar um objetivo;

–       Marcas de planejamento: uso da linguagem / sentimento e motivo / precisão da ação no tempo. Sentimento e emoção entram diretamente na forma como se realiza a comunicação;

–       Como definir o “time” para realizar uma pergunta ou solicitação: cada pessoa tem sua maneira de fornecer seu tempo para realizar uma manifestação e/ou solicitação. Tudo o que falamos depende do conhecimento transmitido pelo emissor;

–       O planejamento permite uma adequação com o time de solicitação e/ou de resposta: a comunicação depende do emissor e do receptor  que, através de um canal, emite uma mensagem. Entretanto, o ruído poderá deturpar em, até, 100% do conteúdo planejado pelo emissor;

–       Nesse diapasão, conhecer o canal é fundamental: o sucesso de uma comunicação depende diretamente do emissor.

–       É necessário que o emissor conheça não apenas o que irá pedir, mas com quem e como irá pedir. Todo e-mail depende da argumentação. O combate com as apalavras deve ser parecido com o físico: é importante analisar o mapa do território inimigo – a avaliação do receptor é decisiva para a elaboração da argumentação;

–       O receptor pode ser racional, emocional ou carregar características intermediárias. A análise das tomadas de decisão exige uma avaliação complexa, que exige uma ampla análise  – não apenas baseadas em meras conjecturas.

–       AS tomadas de decisão são baseadas em razões e silogismos lógicos. Do outro lado se encontra o terreno do sentir. Mesmo assim, não estamos no tempo todo em qualquer um desses dois extremos. Não estamos apenas em um dos terrenos. A emoção é pautada em percepção – emoções não germa argumentações plausíveis. A racionalidade é aferida por números e estatísticas, já que resultam de fatos que gozam de determinada credibilidade e comprobalidade. Evitar adjetivos afastam o texto do emocional e o aproximam do lado racional. Dar objetividade ao adjetivo pode aproximar o texto do lado racional ,da consciência.

–       Argumentações: razão / emoção / ameaça / persuasão.

–       A argumentação foi um marco civilizatório. Ao falar em persuasão temos a clara nossa de venda. O convencimento faz com que o emissor volta para o aspecto do racional, entretanto, não envolve venda e mudança de comportamento como acontece com a persuasão.

–       É importante, planejar, conhecer o assunto, se conhecer, mas, será importante falar a língua do outro? Para tanto, é importante conhecer os valores dos receptores.

–       Email de negócios: a imagem de um novo tempo:

–       as mudanças no mundo geram mudanças de paradigmas e de relações sociais dela oriundas;

–       nehuma informação vai para o lixo com os e-mails – hoje se faz backup por mais de dez anos. É importante a análise de conteúdo da mensagem

–        Como impactar com o uso do emai?

–        Estrutura adequada do e-mail:

–        losango ou pirâmide invertida: e-mail curto e precisa seguir a estrutura de uma pirâmide invertida. Email solicitando alguma coisa, ou precisava de dados. É importante escrever na primeira linha, indo direto ao assunto. Modificar a linguagem jurídica, onde o objetivo se encontra no final do texto. Não se apresenta primeiro as premissas, mas se começa com as teses, apresentando-se as justificativas posteriormente

–        Não deve começar o e-mail solicitando desculpas. Os pedidos demandam em soluções e,consequentemente, de informações. O pedido de desculpa não pode similar com o pedido de alguma demanda, visto que perderia seu impacto

–        O e-mail que gera a transmissão de más notícias tem uma outra sistemática

–        Não usar a expressão “veio por meio desse”;

–        Estratégia de enumeração:

–        desenhar e-mail – estamos na era do desenho:

–        Enumeração com problemas: “Prezado diretor, conforme discutido, nossa empresa cresceu muito…número de pessoas, lucro, entendimento, responsabilidade…”

–        uso de recurso emocional – “cresceu” – o texto, na verdade, foi um rascunho,o texto tem que passar por um processo de análise de seu desenho: espaço em branco, negrito, etc.

–        Uso de aspectos explicativos logo no como do e-mail, quantificando os principais aspectos a serem abordados pelo texto.

–        Redundâncias, as vezes, são bem vindas, pois ajuda a desenhar e dar clareza no conteúdo;

–        início de frase com mesmo padrão / terminar subítens com ponto e vírgula

–        “O mais importante na comunicação é ouvir o que não foi dito”

 

5ª Palestra: Marketing de Guerrilha – Wagner Martins (15h20)

–       Mídia paga x mídia ganha x mídia proprietária

–       uso de assuntos com inteligência de guerrilhas;

–       em 06 meses ocorreu um aumento de 250% no número de consumidores conectados a marcas nas 03 plataformas de marcas (facebook, twitter w youtube), totalizando 84 milhões;

–       O engajamento também cresce forte: 140%

–       Mudança de prioridades: novo pensamento – definição de marca, elencar e construir produtos e serviços, alocando-se para a mídia ganha e para a mídia paga através do crescimento da mídia proprietária;

–       Mídia proprietária: faz a entrega da mensagem da marca; tem como vantagem a melhor experiência com o consumidor sem distorções e com custos reduzidos; a desvantagem seria a abrangência, já que a comunicação fica restrita ao grupo da mídia social;

–       Mídia paga: Mídia tradicional de compra, permitindo que através de canais de terceiros seja conduzida a mensagem. A vantagem seria a abrangência, atingindo o limite da verba utilizada. A desvantagem seria o alto valor e a falta de autenticidade (tendemos a dar um crédito menor no espaço de mídia paga do que no de mídia ganha – resultado do descrédito da publicidade);

–       Mídia ganha: faz ações de guerrilha, virais, RP, usando as pessoas como transmissores das mensagens. A vantagem e de criar autenticidade, além de reforçar o posicionamento. A desvantagem seria o da existência de poucas ferramentas de controle, já que não podemos controlar o que as pessoas irão falar;

–       A versão social da sua agência:

–       criação de valor em:

–       mídia ganha, trabalhando ações de guerrilha e RP como centro de seu negócio;

–       mídia proprietária: retendo o público impactado pelas ações de guerrilha amplificando os esforços de comunicação para gerar mais mídia ganha;

–       formas inovadoras de pensar em mídia paga

–        Canais de mídia proprietária proporcionam experiências. As pessoas compartilham suas experiências e geram mídia ganha. Um canal de mídia proprietária pode gerar percepções sobre a divulgação de sua própria marca;

–        vice versa: mídia ganha funciona para alavancar o crescimento da mídia proprietária;

–        Mídia proprietária servindo para veicular mídia paga, própria ou não (vídeo da redbull);

–        Por que não vender ou realizar permutas de mídia para outras marcas e eventos?

–        Exemplo de marketing de guerrilha: Guaraná Antarctica – a marca mais social do Brasil:

–        crescimento da importância da mídia proprietária:

–        é preciso construir relacionamento para estar sempre presente;

–        se não, sua marca só será lembrada quando puder investir em mídia paga;

–        o investimento inicial em conteúdo gera um retorno futuro com a economia da mídia paga e com a amplificação mais eficaz da mídia ganha;

–        aproveitar todas asa oportunidades de montar a importância da marca com o social;

–        realizar tanto campanhas de flights como, e principalmente, uma fábrica de assuntos;

–        Analisar uma perspetiva comparativa entre awareness x engajamento, gerando as diversas formas de campanha trazendo para o canal proprietário, construindo um canal com espectadores próprios;

–        Exemplos de ações práticas:

–        campanha “carona que contagia”: mobilização no facebook para movimentar o carro de caronistas de SP à BA;

–        transformar mentira em verdade no dia primeiro de abril: transformar a lenda urbana de transformar mil lacres  de latinha acarretaria na doação de uma cadeira de rodas – maior engajamento do que a propaganda na mídia paga;

–        Halls: criar boca a boca para uma nota de impressa:

–        gerou a criação de comunidades falando sobre o fim do halls verde: busto de uva verde com consumidores emblemáticos de halls verde;

–        exposição nas principais estações de metrô;

 

6ª Palestra: Mensuração de Resultados – Mensuração de influências em redes sociais digitais (16h25) –   marcelo.coutinho@post.harvard.edu

–        consumo de mídia em casa: em casa, a internet é a mais utilizada das mídias (manhã, tarde e noite). O uso da internet já supera o uso de jornal pela manhã e o de TV a noite;

–        mídias digitais trazem uma paradigma interessante, pois mudam o foco da necessidade de dinheiro para realizar a propaganda e a aferição sobre a aceitabilidade de um produto;

–        celular gera uma divulgação nas redes socais com alta credibilidade, já que tem a anuência de pessoas comuns (similar à igreja católica durante na idade média);

–        as redes socais, assim como a imprensa, derrubaram paradigmas doravante existentes;

–        brasileiro se comunica mais em mídias socais em relação com os outros países do mundo;

–        Hoje temos mais de 45 milhões de aparelhos 3G só no Brasil;

–        vídeo da música do michel teló nas forças armadas palestinas;

–        Bullets and blogs: uso das novas formas de mídias pelas diversas forças armadas e policiais no mundo;

–        redes socais não são apenas um canal de mídia:

–        gerenciamento de reputação;

–        comunicação;

–        análise de tendencias e de consumer insightlights; e

–        Operação: (CRM);

–        Estudo: predizendo o futuro com a mídia social / relação das manifestações do texto com o sentimento de opinião pública (aferição do sentimento pela economia no twitter com correlação de 88% à 90%);

–        interação nas mídias socais como um predissor de comportamento das pessoas;

–        Sociologia: existem 03 tipos de pessoas nas redes sociais:

–        audiência;

–        formadores de opinião: encorajar ou desencorajar a assumir comportamentos e tomar atitudes

–        condutores de ideias de uns grupos à outros: presentes em diversos grupo, trafegando ideias

–        é necessário medir a interação nas redes socais com os formadores de opiniões e com os condutores de ideias;

–        DARPA: software que auxilia monitoramento de formadores de opiniões – conhecimento das pessoas que irão gerar problemas;

–        métricas de redes socais não são métricas de mídia:

–        por focar em conversações, as métricas de audiência são importantes, mas não únicas;

–        ferramentas para aferição de padrões de linguagem em redes sociais digitais: APTIMA – permite identificar formadores de opinião e condutores de opinião, identificando os assuntos disseminados;

–        algumas métricas básicas de influência:

–        conexões;

–        centralidade de conexões: embora com poucas conexões, uma pessoa pode ser ponte entre elementos que seriam desconectados dos demais sem ela;

–        proximidade: a distancia de uma conexão em relação à média total;

–        fator de eigenvector: ser conectado com uma pessoa com alto número de conexões é mais importante do que com várias pessoas com poucas conexões;

– as métricas da mídia tradicional estão baseadas na fé das pessoas, não em suas necessidades.

 


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