ASSIM EU APRENDI!

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Hoje eu perdi o sono mais cedo e me veio à mente tudo o que eu vivi e aprendi na inesquecível Academia de Polícia Militar do Barro Branco, do dia 04 de fevereiro de 1985 até o dia 15 de dezembro de 1988.
Lembrei-me dos valores e princípios que meus mestres, Comandantes e cadetes mais antigos me transmitiram, afirmando que eles seriam essenciais para que eu tivesse uma carreira integra e pudesse um dia, quem sabe, ser coronel da PM.
Recordei-me de ter que entrar em forma para avançar o Rancho e ver seguir na minha frente aqueles que tinham precedência sobre mim, num aprendizado de que a autoridade e a hierarquia deviam ser respeitadas sempre, até na hora sagrada da refeição.
Me veio à mente os Jogos de Inverno, quando também os meus superiores tinham a prioridade na composição das equipes, ainda que eu me achasse mais habilidoso: aprendi a esperar a minha vez, a respeitar os que vieram antes por méritos e, por isto, tinham direito à deferência.
Ao longo de mais de três décadas na Polícia Militar nada perdi por respeitar todo ensinamento que me foi passado.
Sou feliz por ter a certeza de que valeu a pena seguir o caminho do bem, da ética e do respeito ao meu semelhante.
O meu maior professor, o velho Sargento Reformado Figueiredo, meu Pai, sempre me falou: “vale a pena ser honesto, vale a pena fazer o bem, vale a pena respeitar os outros, ainda que isto às vezes lhe faça parecer um bobo”.
Deus esteja com cada um de vocês!

Coronel PM Humberto Gouvêa Figueiredo

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